Uma reportagem exibida no Jornal Nacional trouxe à tona os alarmantes dados de um estudo que apontou a internação de mais de 300 mil cidadãos em 2024 devido à falta de saneamento básico no Brasil. O problema, que afeta milhões de pessoas no país, demonstra a relação direta entre a ausência de infraestrutura de saneamento e o aumento de doenças graves. O Maranhão teve o pior número de doenças relacionadas ao saneamento inadequado, com retratos de como vivem 100 milhões de brasileiros.
De acordo com o estudo, a contaminação da água e a má gestão de resíduos foram os principais causadores de enfermidades como diarreia, infecções respiratórias e doenças de pele. Esses problemas afetam, principalmente, as populações mais vulneráveis, como moradores de áreas periféricas e comunidades sem acesso a serviços básicos.
Especialistas alertam que a falta de investimento em saneamento básico não apenas compromete a saúde pública, mas também sobrecarrega o sistema de saúde, gerando custos elevados e prejudicando a qualidade de vida da população. Dados mostram que para cada real investido em saneamento, o país economizaria quatro reais em despesas com saúde.
A reportagem reforça a necessidade urgente de políticas públicas que priorizem o saneamento como um direito essencial, buscando reduzir os impactos sociais e econômicos causados por essa carência estrutural. A saúde e o bem-estar de milhões de brasileiros dependem de soluções efetivas e sustentáveis para esse problema histórico.