A grande quantidade de água da chuva que fica represada no parquinho da praça da Bíblia, no centro de São Luís, gera preocupação para os moradores que residem entorno da praça. Com período de chuvas ficando cada vez mais intenso na grande ilha, cresce também os casos de dengue, zika e chikungunya.
A Praça da Bíblia, em 2020 passou por uma obra de reconstrução estrutural, paisagista e de iluminação, mas o resultado dessa obra não gerou uma aceitação unânime entre moradores do bairro da Coréia de Cima, bairro onde a praça está localizada. Problemas apareceram pouco tempo depois de entregue, como: escadas escorregadias, escuridão e o péssimo sistema de drenagem do parquinho que represa a água da chuva.
A preocupação quanto a grande quantidade de água represada é que o mosquito Aedes aegypti, usa água parada como criadouro de suas larvas que, após o tempo de 7 a 10 dias, chega em sua fase adulta, podendo transmitir doenças como: febre amarela, dengue, zika e chikungunya.
Será que os moradores em torno da praça da Bíblia terão que conviver com o medo do mosquito?